16/04/2013

Foto: Marcelo Albert

2103-Mejud recebe jornais antigos

Com o objetivo de aumentar o acervo de pesquisa, a Memória do Judiciário Mineiro (Mejud) receberá, a partir deste mês, a coleção de “Minas Gerais” publicada a partir de 1949. O material está sendo doado pela Gerência de Biblioteca, Pesquisa e Informação Especializada (Gedoc). O dois setores já haviam firmado parceria anterior para implantar a coleção de obras literárias e jurídicas de desembargadores, juízes e servidores do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), que será instalada na atual sala do superintendente da Mejud, desembargador Lúcio Urbano.

Após a catalogação, os jornais serão repassados para a Imprensa Oficial, que ficará com sua guarda definitiva. O TJMG receberá como contrapartida cópia eletrônica dos cadernos do Diário do Judiciário. Em função da reorganização deste material, a “Sala Amílcar de Castro” ficará fechada ao público por tempo indeterminado.

Para o desembargador Lúcio Urbano, este trabalho de digitalização contribui para ampliar as ações de divulgação do patrimônio histórico da Instituição. “O papel sofre o desgaste natural do tempo. O meio eletrônico garante a preservação das informações e facilita o acesso dos pesquisadores”, ressalta o desembargador.

Memória

Ao comentar sobre os 25 anos de instalação da Mejud, que serão comemorados em novembro de 2013, o desembargador Lúcio Urbano define o conceito de memória:

“Biografia do TJMG. Testemunho do passado, lição para os vitoriosos. Preito ao mérito dos que passaram e realizaram, feitos gloriosos dos magistrados de ontem que engrandecem a instituição e engalanam o Judiciário Mineiro. Sem memória, tudo que passa fica sepultado no leito sombrio do esquecimento. Como disse GARLAN, a memória permite ver os erros de ontem armando os de hoje de meios de corrigi-los.”

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