14/04/2011

Foto: Rodrigo Vilaça

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A Memória do Judiciário Mineiro (Mejud) traz como fato do mês de abril o Livro de Escripturas e Cartas de Liberdade de Escravos e uma urna de madeira.

O livro de notas apresenta o registro de cartas de liberdade e escrituras de compra e venda de escravos, abrange o período de 28 de setembro de 1834 a 10 de agosto de 1853 e pertenceu ao Arraial da Senhora Santa Anna das Thaíras, Villa Santo Antônio do Curvelo, Comarca da Villa di Amantina do Serro Frio. A urna de madeira, usada em sorteios e júris, foi produzida no início do século 20 e pertenceu ao desembargador Wilson Veado.

A mostra itinerante permanece no Palácio da Justiça até 18 de abril. De 19 a 25 de abril, a mostra poderá ser visitada na Unidade Raja Gabaglia e, de 26 de abril a 2 de maio, no Fórum Lafayette.

O Museu da Mejud está localizado no andar térreo do Palácio da Justiça, na avenida Afonso Pena, 1.420, Centro, e está aberto a visitação pública de segunda a sexta-feira, das 12h30 às 18h30.

Mejud

Os objetos entregues à Mejud pelo juiz de Direito do Fórum Lafayette Marcos Henrique Caldeira Brant. Essa doação é fruto do programa Sempre Memória, que tem solicitado às comarcas do interior e aos magistrados que enviem objetos históricos para integrarem o acervo da Mejud.

Implementada para buscar uma maior interação cultural com as comarcas, a iniciativa é realizada desde a gestão do desembargador Pedro Braga, foi mantida pelo desembargador Walter e ampliada pelo atual superintendente do Mejud, desembargador Hélio Costa.

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