11/12/2018

Imagens: Mejud

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O layout e a montagem da exposição foram feitos pela Memória do Judiciário Mineiro

A Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG) completou, em 2018, seus 70 anos de criação. Para marcar a data, foram inaugurados, ontem (10/12), o Salão Nobre Desembargador José Francisco Bueno e a Galeria de Retratos dos corregedores no 15º andar da CGJ.

Fez parte também das comemorações a abertura de exposição no saguão do edifício com objetos representativos que contam a história do órgão. A montagem, a cessão de expositores e a adesivagem de painéis ficaram sob a responsabilidade da Memória do Judiciário Mineiro (Mejud).

A mostra contém peças importantes como móveis, livros, retratos, atos normativos, relatórios, selos comemorativos, medalhas e estatuetas. Ela pode ser visitada de segunda a sexta-feira, de 8h às 17h, na rua Goiás 253, Centro, em Belo Horizonte. A entrada é gratuita.

Segundo a assessora técnica da Memória do Judiciário Mineiro Andréa Costa Val, o convite à Mejud para desenvolver o layout da exposição reafirma o papel institucional do setor de cuidar da preservação da história da Justiça mineira. “Ao final da exposição, as peças serão integradas ao acervo permanente da Mejud, com a criação de uma sala especial sobre a CGJ no Palácio da Justiça Rodrigues Campos, sede do nosso museu”, revela.

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O mobiliário foi usado pelos diversos corregedores

História da Corregedoria

A Corregedoria de Justiça foi instituída no artigo 73 da Constituição do Estado de Minas Gerais de 1947. A Lei nº 300, de 10 de dezembro de 1948, assinada pelo Governador Milton Soares Campos, cuidou da organização do órgão.

O referido diploma legal determinava que a Corregedoria teria “jurisdição disciplinar para todos os graus de hierarquia judiciária, inclusive serventuários da Justiça” e seria exercida pelo corregedor de Justiça, um “Desembargador eleito, bienalmente, entre os membros do Tribunal de Apelação”, e por Conselho Disciplinar de Justiça composto de sete conselheiros. As informações fazem parte do livro comemorativo dos 60 anos da Corregedoria-Geral de Justiça, editado em 2008.